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Diretrizes de Extensão na Uniube

 Diretrizes das atividades de Extensão

Reitor

Marcelo Palmério

 

Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (PROPEPE)

André Luis Teixeira Fernandes

 

Pró-Reitoria de Ensino Superior (PROES)

Marco Antônio Nogueira

 

Pró-Reitor Adjunto

Marcos Eduardo Tanner

 

Câmara de Extensão

Nelson Rannieri Tirone – Rep. Docente - Biomedicina

Ricardo Baratella – Rep. Docente – Educação/EAD/Ciencias Biológicas/ Pedagogia

Lílian Margaret B. De Lima –Rep. Técnico Administrativo

Silvana Elias da Silva Pereira – Rep Comunidade

Caroline augusta Nascimento – Rep. Discente (graduação odontologia)

 

Coordenação de Extensão

Maria Theresa Cerávolo Laguna Abreu

 

Tecnico-administrativo

Josiane Cristina Cardozo

 

1 APRESENTAÇÃO

A Extensão Universitária apareceu na legislação educacional brasileira na década de 1930, no primeiro estatuto das Universidades Brasileiras, e foi implusionada pelo governo federal na década de 1970 mediante estratégias de fortalecimento da relação universidade/comunidade, ganhando concretude no Projeto Rondon. Apesar disso, foi somente o final da década de 1990 e início do novo século que a extensão universitária adquiriu maior protagonismo, a partir da criação de fóruns de extensão universitária. No final de 1980 foi criado o Fórum de Pró-reitores de Extensão das universidades Públicas Brasileiras, em 1990 agregou-se o Forum Nacional de Extensão e Ação Comunitária e IES Comunitárias e finalmente em 2003, como segmentos das IES particulares não se incluíram nos outros fóruns existentes, instituíu-se, com decisivo apoio da Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino superior Particular (Funadesp) o Fórum de Extensão das IES Brasileiras que em 2006 passou a denominar-se Fórum de Extensão da Instituições de Educação Superior Particulares (Calderón, Pessanha & Soares, 2007).

A Universidade, desde longa data, desenvolve um vasto número de ações extensionistas e em 2003 elaborou e redigiu normas que regulamentavam as atividades de extensão junto a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e Extensão visando a implantação formal destas atividades no âmbito na UNIUBE (resoluções 03/2003 e 04/2003). Em 2005, as atividades de extensão foram vinculadas à Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (PROPEPE) e permanece desta forma até a data de hoje. A PROPEPE, por meio da Coordenação de Extensão, é o órgão responsável pela implantação e consolidação da política de Extensão na Universidade de Uberaba, com as atribuições de fomentar, acolher, avaliar, aprovar e acompanhar as atividades de Extensão que estejam em consonância com a política extensionista da Instituição. Em 2014 foi publicada uma instrução normativa estabelecendo diretrizes para normatizar fluxos de proposição, aprovação e execução das propostas (PROPEPE/PROES 01/2014).   

A Universidade de Uberaba entende por Extensão Universitária a prática acadêmica que promove uma integração entre as atividades de ensino e pesquisa e as demandas da comunidade, favorecendo a formação do profissional cidadão e constituindo-se como espaço privilegiado de construção do conhecimento e colaborando para o desenvolvimento social. Como forma de produção de conhecimento, que se dá no confronto do saber acadêmico com a realidade social, a Extensão deve se constituir como um processo sistemático e sistêmico e adotar o diálogo com a sociedade como princípio da ação extensionista, que respeita a cultura local, possibilitando a criação de vínculos entre a Universidade e a sociedade.

As ações de Extensão na Universidade de Uberaba fazem parte do Projeto Pedagógico Institucional – PPI e orientam-se baseadas no seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), no Regimento Geral da Universidade e na política nacional de extensão expressa no Plano Nacional de Extensão.

 

2 OBJETIVOS

A Política Nacional de Extensão Universitária reafirma os objetivos pactuados ao longo da existência do FORPROEX. Muitos deles foram formalizados no Plano Nacional de Extensão Universitária, de 1999, aos quais se acrescem outros que se fazem necessários para o enfrentamento de novos desafios e aproveitamento de novas oportunidades, tendo em vista o contínuo fortalecimento da Extensão Universitária.

São estes os objetivos:

1. reafirmar a Extensão Universitária como processo acadêmico definido e efetivado em função das exigências da realidade, além de indispensável na formação do estudante, na qualificação do professor e no intercâmbio com a sociedade;

2. conquistar o reconhecimento, por parte do Poder Público e da sociedade brasileira, da Extensão Universitária como dimensão relevante da atuação universitária, integrada a uma nova concepção de Universidade Pública e de seu projeto político-institucional;

3. contribuir para que a Extensão Universitária seja parte da solução dos grandes problemas sociais do País;

4. conferir maior unidade aos programas temáticos que se desenvolvem no âmbito das Universidades Públicas brasileiras;

5. estimular atividades de Extensão cujo desenvolvimento implique relações multi, inter e ou transdisciplinares e interprofissionais de setores da Universidade e da sociedade;

6. criar condições para a participação da Universidade na elaboração das políticas públicas voltadas para a maioria da população, bem como para que ela se constitua como organismo legítimo para acompanhar e avaliar a implantação das mesmas;

7. possibilitar novos meios e processos de produção, inovação e disponibilização de conhecimentos, permitindo a ampliação do acesso ao saber e o desenvolvimento tecnológico e social do País;

8. defender um financiamento público, transparente e unificado, destinado à execução das ações extensionistas em todo território nacional, viabilizando a continuidade dos programas e projetos;

9. priorizar práticas voltadas para o atendimento de necessidades sociais (por exemplo, habitação, produção de alimentos, geração de emprego, redistribuição da renda), relacionadas com as áreas de Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção, Trabalho; 

10. estimular a utilização das tecnologias disponíveis para ampliar a oferta de oportunidades e melhorar a qualidade da educação em todos os níveis;

11. considerar as atividades voltadas para o desenvolvimento, produção e preservação cultural e artística como relevantes para a afirmação do caráter nacional e de suas manifestações regionais;

12. estimular a educação ambiental e o desenvolvimento sustentável como componentes da atividade extensionista;

13. tornar permanente a avaliação institucional das atividades de extensão universitária como um dos parâmetros de avaliação da própria Universidade;

14. valorizar os programas de extensão interinstitucionais, sob a forma de consórcios, redes ou parcerias, e as atividades voltadas para o intercâmbio e a solidariedade;

15. atuar, de forma solidária, para a cooperação internacional, especialmente a latinoamericana.

Fonte: Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (FORPROEX) maio de 2012.

 

3  CONCEITO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

O conceito, adotado no I Encontro Nacional de Pró-Reitores de Extensão, no ano de 1987, define a extensão universitária como uma via de mão-dupla que tem na sociedade, a oportunidade de elaboração da praxis de um conhecimento acadêmico, que se realiza por meio de ações interdisciplinares, multiprofissional envolvendo a comunidade acadêmica e a comunidade externa, possibilitando a visão integrada do social.

A partir de um debate amplo e aberto, desenvolvido nos XXVII e XXVIII Encontros Nacionais, realizados em 2009 e 2010, respectivamente, o FORPROEX apresenta às Universidades Públicas e à sociedade o conceito de Extensão Universitária:

 

A Extensão Universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre Universidade e outros setores da sociedade. Assim definida, a Extensão Universitária denota uma postura da Universidade na sociedade em que se insere. Seu escopo é o de um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político, por meio do qual se promove uma interação que transforma não apenas a Universidade, mas também os setores sociais com os quais ela interage. Extensão Universitária denota também prática acadêmica, a ser desenvolvida, como manda a Constituição de 1988, de forma indissociável com o Ensino e a Pesquisa, com vistas à promoção e garantia dos valores democráticos, da equidade e do desenvolvimento da sociedade em suas dimensões humana, ética, econômica, cultural, social.

Fonte: Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (FORPROEX) maio de 2012.

 

Segundo Vallaeys (2006) a responsabilidade social das universidades é compreendida como uma política de qualidade ética que abrange todas as atividades da comunidade universitária, através de uma gestão responsável dos serviços educativos, cognitivos, laborais, sociais e ambientais. Supõe estabelecer um diálogo participativo da universidade com a sociedade, tendo em vista promover o desenvolvimento humano sustentável.

 

4 ORGANIZAÇÃO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

   Para o desenvolvimento de sua política e a consecução dos seus objetivos, as atividades de extensão da Universidade de Uberaba se organizam e se desenvolvem sob a forma de programas e projetos, preferencialmente de natureza interdisciplinar ou multiprofissional, que se concretizam sob a forma de cursos, ações, eventos, prestação de serviços e outras ações envolvendo a comunidade acadêmica e a comunidade externa.

 

4.1 – CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

4.1.1 – Programas de Extensão

Entende-se como PROGRAMA de EXTENSÃO o conjunto articulado de Projetos e outras ações de extensão, de caráter multidisciplinar e integrado a atividades de Pesquisa e de Ensino. Tem caráter orgânico-institucional, integração no território e/ou grupos populacionais, clareza de diretrizes e orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo por alunos orientados por um ou mais professores da instituição.

4.1.2. – Projetos de Extensão

Entende-se como PROJETO de EXTENSÃO o conjunto de ações processuais contínuas, de caráter educativo, social, cultural ou tecnológico, com objetivo específico e prazo determinado

4.1.3 – Ações Extensionistas

Entende-se por AÇÃO EXTENSIONISTA um evento pontual, educativo, cultural, científico e político, direcionado à comunidade externa e/ou à comunidade acadêmica, promovido por alunos da graduação ou pós-graduação stricto sensu, orientados por um ou mais professores, que tenha articulação e possa vir a ser integrada a um Projeto de Extensão ou a um Programa de Extensão, por sua natureza, pertinência, relevância e comunhão de objetivos.

A definições das ações extensionistas a serem propostas na UNIUBE estão elencadas abaixo:

1) CURSO Conjunto articulado de ações padagógicas, de carater teórico ou prático, presencial ou a distância, planejadas e organizadas de modo sistemático, com carga horária mínima de oito horas e processo de avaliação formal.

1.1 CURSO DE EXTENSÃO A DISTÂNCIA Este tipo de curso não exige a presença do aluno durante toda a oferta da carga horária, atividades presenciais (sessões de esclarecimento, orientação presencial, avaliação, entre outas) não devem ultrapassar 20% da carga horária total

1.3 MINICURSO Formação Continuada dos Profissionais da Educação para o exercício da prática docente. Abaixo de 8 horas.

2) CONGRESSO Evento de grandes proporções, de âmbito nacional ou internacional, em geral com duração de três a sete dias, que reune participantes de uma comunidade cinetífica ou profissional ampla. Abrange um conjunto de atividades como: mesa redonda, palestras, conferências, cursos, oficinas.

3) SEMINÁRIO Evento científico de âmbito menor do que o congresso, tanto em termos de duração (algumas horas, um ou dois dias) quanto ao número de participantes, cobrindo campos de conhecimento mais especializados. Incluem nessa classificação: encontro, simpósio, jornada, colóquio, fórum, reunião.

3.1 ENCONTRO Evento onde pessoas da mesma categoria profissional debatem temas polêmicos. Objetivo: Discutir vários aspectos de um determinado assunto e extrair conclusões. Duração: Um ou dois dias (8 horas diárias).

3.2 SIMPÓSIO São vários expositores com a presença de um coordenador. O tema geralmente é científico. Após as apresentações, a plateia participa com perguntas à mesa. Objetivo: Analisar, discutir e estudar determinado assunto sob diversos ângulos. Duração: Um a três dias ( 8 horas diárias).

3.3 JORNADA São encontros de grupos profissionais, de âmbito regional, para discutir periodicamente, assuntos de interesse do grupo. As conclusões podem definir linhas norteadoras para o trabalho do grupo. Duração: vários dias

3.4 COLÓQUIO Evento em que o objetivo é discutir e tomar decisões sobre um determinado assunto. Após a exposição de um tema, a plateia é dividida em grupos de debate. Ao final, o resultado das discussões de cada grupo é apresentado para apreciação e votação de todos. Duração: Máximo de 3 dias (8 horas diárias)

3.5 FÓRUM Reunião baseada na busca da participação intensa da plateia, preferencialmente numerosa. A ideia é sensibilizar a opinião dos presentes sobre assuntos pré-determinados. Um coordenador levanta um tema de interesse geral e busca a opinião da coletividade. Ocorre debate livre até que conclusões possam ser retiradas. Objetivo: Colher opiniões e apresentar conclusões representando o consenso da maioria. Duração: Um ou mais dias (4 horas diárias).

4) OFICINA É um evento dividido em duas partes: teórica e prática. Os participantes são de uma mesma área ou de um mesmo segmento de trabalho, e se reúnem para debater, praticar e tentar encontrar soluções para o tema proposto. Objetivo: Familiarizar os participantes sobre um determinado assunto para um maior dinamismo, aliando a teoria com a prática. Duração: De 8 a 30 horas, com o mínimo de 3 horas e o máximo de 8 horas diárias.

5) CONFERÊNCIA Uma das formas de reunião informativa que se caracteriza pela exposição feita por autoridade em determinado assunto para grande número de pessoas. Exige a presença de um presidente de mesa para condução dos trabalhos, sendo bem mais formal que uma palestra. As perguntas acontecem somente por escrito e devidamente identificadas, bem ao final da exposição.

5.1 VIDEOCONFERÊNCIA Consiste em uma discussão em grupo ou pessoa-a-pessoa na qual os participantes estão em locais diferentes, mas podem ver e ouvir uns aos outros como se estivessem reunidos em um único local. Os sistemas interpessoais de videoconferência possibilitam a comunicação em tempo real entre grupos de pessoas, independente de suas localizações geográficas, em áudio e vídeo simultaneamente.

5.2 TELECONFERÊNCIA Transmissão de um programa de TV em circuito fechado, com cobertura nacional ou internacional, via satélite. Atualmente a teleconferência tem se apresentado como alternativa moderna cada vez mais adotada por empresas, constituindo-se numa forma ideal de reunir pessoas, em diferentes localidades, participando de um mesmo evento. O programa é gerado a partir de um determinado ponto e transmitido via satélite para localidades designadas, sendo captado através de antenas parabólicas.

6) CAMPANHA Atividade planejada e sistemática que envolve o público em torno de um tema específico, utilizando, para isso, diversos meios de comunicação. Objetivo: Informar o público alvo sobre determinadas ideias e técnicas buscando o seu engajamento com o tema. Duração: A ser definida de acordo com o tema e disponibilidade de recurso.

7) EXPOSIÇÃO: exibição pública de obras de arte, produtos, serviços, entre outros: inclui feira, salão, mostra, lançamento.

7.1 FEIRA Evento onde, em um stand, o professor apresenta os resultados do seu trabalho de cunho pedagógico. Duração: Em média, cinco dias.

7.2 MOSTRA Evento onde a Instituição apresenta resultados de seus trabalhos, documentos históricos ou material artístico/cultural produzidos pelo profissional. Objetivo: Divulgar institucionalmente o trabalho do professor. Duração: Em média, cinco dias.

8) EVENTO ESPORTIVO: Inclui campeonato, torneiro, olimpíada, apresentação esportiva

8.1 TORNEIO Competição que ocorre em áreas artísticas, culturais, científicas, de categorias profissionais e desportivas. É coordenado por uma comissão, devendo ter um regulamento, um júri e uma premiação. Duração: Pré determinada.

8.2 OLIMPÍADA É uma competição organizada e aberta a todos que dominam algum tipo de conhecimento ou atividade. Por meio dela, os envolvidos, buscam melhorar performances e revelar talentos no campo das ciências em geral e das atividades que exercem.

9) FESTIVAL Série de ações/eventos curlturais ou esportivos realizados concomitantemente, em período deterinado, geralmetne com edições periódicas. Os festivais desempenham um papel importante na disseminação da cultura, atualização e formação de profissionais e na divulgação de novas técnicas e talentos.

10) GINCANA Competição em que as equipes devem responder perguntas, cumprir tarefas, previamente estabelecidas ou não. Trata-se de uma brincadeira para testar habilidades dos participantes na busca de informação, cuja finalidade se compraz de enriquecer os conhecimentos de uma pessoa ou grupo de pessoas, através de uma metodologia onde se busca encontrar respostas, realizar constatações, conhecer e avaliar de uma forma divertida e interativa.

 

Poderão ainda serem consideradas modalidade de extensão os PRODUTOS ACADÊMICOS – caracterizados como conjunto de bens ou serviços produzidos no âmbito da universidade, visando aplicar e disseminar o conhecimento podendo contemplar a produção de material didático tais como: documentários em vídeos e CD, registros na forma de revistas, cartilhas e catálogos, resultantes ou instrumentalizadores das ações de ensino, pesquisa e extensão – e a PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS – caracterizado por trabalho prestado à comunidade interna da IES e/ou externa favorecendo o aprendizado prático dos estudantes, envolvendo-os em projetos específicos de cunho institucional, social, técnico e/ou cultural, realizados pelos escritórios técnicos, laboratórios, clínicas, incubadoras, empresa júnior, agências (marketing, comunicação), TV e Rádio.

 

4.2- LINHAS TEMÁTICAS E SUBTEMAS

4.2.1 -  Educação

Subtemas: Educação e Saúde; Educação e Cidadania; Educação Socioambiental; Educação para relações étnico-raciais; Educação de Jovens e Adultos; Educação na Perspectiva Inclusiva; Educação Infantil; Alfabetização e Letramento; Inclusão Digital.

 

4.2.2 -  Promoção da Saúde

Subtemas: Medicina da Família e Comunidade; Saúde da mulher; Saúde do Homem; Saúde do Idoso; Saúde do Jovem e do Adolescente; Saúde da Criança; Saúde mental; Saúde do Trabalhador; Doenças Sexualmente transmissíveis; Assistência Farmacêutica; Transplantes de Órgãos e Tecidos; Urgência e Emergência; Vigilância em Saúde; Sistema Único de Saúde; Reabilitação; Comunicação, Educação e Saúde: Saúde Bucal; Educação Alimentar e Nutricional.

4.2.3 -  Cultura e Arte

Subtemas: Produção e Difusão da Arte Erudita e Popular;  Valorização e Preservação do Patrimônio Cultural  e Artístico; Formação Continuada para o Ensino das Artes; Formação em Cultura e Artes para Professores da Escola Básica; Formação e Aprimoramento de Produtores e Gestores Culturais; Cultura e Políticas Públicas; Cultura e Economia Criativa; Cultura e Comunicação; Jornalismo Comunitário; Produção de conteúdos para Educação e Cultura; Produção Multimídia e Programação para o desenvolvimento e difusão da Cultura; Economia Solidária na Comunicação; Mídia e Comunicação .

 

4.2.4 -  Desenvolvimento Urbano

Subtemas: Mobilidade Urbana; Sustentabilidade Ambiental e Sistemas de Transporte Público; Gestão de Impactos Urbanos decorrentes de Obras de Infraestrutura; Habitação de Interesse Social; Arquitetura e Bem Estar Social; Planejamento Urbano e Preservação do Espaço Público; Acessibilidade Urbana Universal; Habitação; Educação e Gestão do Trânsito; Saneamento Ambiental.

 

4.2.5 -  Economia, Gestão e Desenvolvimento Sustentável:

Subtemas: Economia Solidária, Empreendedorismo e Geração de Trabalho e Renda; Incubação e Assessoria ao Cooperativismo Social e às Microempresas, Assessoria Técnica e Formação de Gestores Públicos; Planejamento e Gestão de Áreas de Risco; Soluções Sustentáveis para a Gestão dos Recursos Hídricos.

 

4.2.6 -  Direitos Humanos:

Subtemas: Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes; Direitos relativos à Identidade de Gênero e orientação Sexual; Assistência Jurídica, Psicológica, Social e Antropológica; Formação de Defensores de Direitos Humanos; Direitos Humanos da Pessoa portadora de Deficiência; Direitos Humanos da Pessoa Idosa; Direitos da Mulher; Direitos do Homem; Direitos Humanos e Segurança Pública.

 

4.3 – RELAÇÃO OPERACIONAL DA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO (PROPEPE) – COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO - COM A PRÓ-REITORIA DE ENSINO SUPERIOR (PROES), COM OUTROS SETORES DA UNIVERSIDADE E COM A COMUNIDADE EXTERNA.

A PROPEPE trabalha em interface com a PROES. Programas, projetos e atividades extensionistas devem ser propostas à PROPEPE e deverão estar previamente aprovados pelos colegiados dos cursos de graduação e/ou pós-graduação ao qual está vinculado ou ainda pelo Programa Institucional de Atividades Complementares (PIAC). Caso a proposta seja originada em um setor administrativo, deve estar previamente aprovada pela chefia do setor.

Outros órgãos da Universidade de Uberaba, tais como Empresa Juniores e UNITECNE também podem ser propositoras de Programas e Projetos de Extensão, respeitando-se a política, os princípios e as diretrizes definidas pela PROPEPE- Coordenação de Extensão, em conjunto com a comunidade acadêmica. Atividades extensionistas devidamente registradas no Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão do Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU) poderão ser propostas à PROPEPE, assim como as provenientes do Hospital Veterinário de Uberaba (HVU) deverão ser pré-avaliadas pelo Instituto ou pelo Colegiado de Curso de Medicina Veterinária.

As propostas deverão seguir as normas estabelecidas pela Coordenação de Extensão da PROPEPE para a sua execução, no que se refere a planejamento, orçamento, inscrições e expedição de certificados, tanto para alunos, quanto para docentes, técnicos administrativos ou pessoas da comunidade externa.

Programas e Projetos também podem ser propostos pela comunidade externa, desde que envolva dos cursos de graduação ou pós-graduação da Universidade de Uberaba e sejam previamente aprovados pelos respectivos colegiados.

Parcerias Interinstitucionais para a realização de atividades de extensão também poderão ser realizadas uma vez que sejam registradas e avaliadas pela Câmara de Extensão.

 

4.4  – PROCEDIMENTOS

 

4.4.1        Realização da Proposta

1-      Todas propostas de extensão devem ser submetidas à PROPEPE, obrigatoriamente, em formulário próprio, disponível na página (http://www.uniube.br/propostaextensao). As propostas ficarão sob a responsabilidade do proponente que deverá ser um professor orientador pertencente ao quadro de docentes da Universidade de Uberaba. A natureza da atividade (programa, projeto, ação extensionista), número de docentes e discentes envolvidos, previsão do número de pessoas da comunidade que estarão envolvidas na proposta,  detalhamento de todos os recursos necessários para a execução da proposta, entre outros, devem ser informadas.

2-      As propostas de atividades/programas/projetos de extensão devem ter aprovação prévia pelos Colegiados de Curso de Graduação, Mestrado ou Núcleo de Ensino Pesquisa e Extensão (NEPE) do MPHU. A cópia da ata de aprovação da proposta deve ser enviada à Coordenação de extensão, para posterior tramitação pela PROPEPE.

3-      O Coordenador de Extensão, após receber aprovação pelos Colegiados ficará responsável em encaminhar, em propostas de programas/projetos, aos membros da Câmara de Extensão, para avaliação individual e posteriormente avaliação conjunta e aprovação pela Câmara de Extensão.

4-      Os programas/projetos devem atender a editais previamente publicados com esta finalidade informando os objetivos, metas e como será avaliação dos efeitos da participação do estudante e da equipe de trabalho na qual este se inclui sobre os problemas sociais da comunidade envolvida no mesmo;

5-      As atividades de extensão propostas pelo corpo discente devem ser coordenadas por professor de tempo contínu ou tempo parcial da Universidade;

6-      A participação de técnico-administrativos em atividades extensionistas fica condicionada à autorização da chefia imediata;

7-      As propostas destinadas a órgãos de fomentos devem ser apresentadas conforme as normas por eles estabelecidas;

8-      As propostas de atividades de extensão que não estejam abrigadas nos programs institucionais da Universidade, devem ser autofinanciáveis.

 

4.4.2        Carga Horária para as Atividades de Extensão

 

A destinação de carga horária semanal para o coordenador e para os docentes de tempo parcial ou tempo integral que participarem de programas/projetos/ações extensionistas devidamente aprovados pela Câmara de Extensão deve ser registrada na proposta da atividade e será atribuição conjunta dos pró-reitores de ensino superior e de pesquisa, pós-graduação e extensão. 

A carga horária semanal poderá variar conforme a natureza da atividade de extensão e deverá ser atribuída ao docente durante o tempo de seu envolvimento com a execução da referida atividade no programa/projeto de Extensão.

A eventual carga horária de professores e técnico-administrativos da UNIUBE ou ainda professores convidados, destinadas a atividades de extensão, será remunerada como horas suplementares após aprovação de relatório final.

 

4.4.3. Avaliação

            A avaliação das atividades de extensão deve ser um processo permanente, com vistas a subsidiar as políticas institucionais e fornecer resultados para o planejamento e tomada de decisões no ensino, pesquisa e extensão, promovendo o fazer acadêmico.

O produto das atividades dos programas/projetos devem ser apresentados a comunidade e divulgados em seminários, simpósios e outros eventos desta natureza, podendo inclusive ser apresentado em forma de publicação acadêmica. A PROPEPE realizará anualmente o Seminário de Extensão (SEMEX) para divulgação das atividades realizadas pelos alunos vinculados aos programas/projetos.

Toda atividade de extensão finalizada deverá ser registrada em formulário próprio sob a forma de relatório final contendo uma avaliação da atividade, um parecer dos docentes envolvidos. Deve mensurar ainda por critérios objetivos (relatório, trabalho escrito, publicação ou comunicação) e subjetivos (compromisso, dedicação) a participação dos alunos junto a comunidade. Além disso, o relatório deve conter o número de pessoas da comunidade envolvidas no projeto além de registros qualitativos que podem ocorrer por meio de redação escrita, fala, fotos ou outras mídias das ações realizadas junto a comunidade com identificação do mesmo;

            A avaliação das atividades de extensão devem estar inseridas no Programa de Avaliação Institucional realizado pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UNIUBE) como parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) (Lei nº 10.861/2004).

 

4.4.4 Certificação      

Serão conferidos certificados aos participantes de atividades de extensão de acordo com os critérios estabelecidos nas propostas e relatórios finais da atividade onde o coordenador fica responsável em apresentar, junto a PROPEPE, os títulos das atividades, frequência com carga horária, nota (quando prevista) e outras informações.

A certificação dos alunos e coordenadores dos Programas e Projetos fica condicionada a apresentação dos resultados dos mesmos no SEMEX.

Alunos que participarem de uma atividade pontual da proposta de extensão deverão ter a sua carga horária registrada e encaminhada pelo coordenador da proposta ao Programa Institucional de Atividades Complementares (PIAC) para obtenção de créditos.

 

REFERENCIAS

 

CALDERÓN A.I.; PESSANHA, J.A.O.; SOARES V.L.P.C. Educação Superior: construindo a extensão universitária nas IES particulares. São Paulo: Xamã, 2007. 79p

 

FÓRUM DE EXTENSÃO DAS IES BRASILEIRAS. Institucionalização da extensão: passo a passo/Fórum de Extensão das IES Brasileiras. Brasília: Fórum, 2004. 88p.

 

FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS - Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: Fórum junho 2012. Disponível Em Http://Www.Renex.Org.Br/Documentos/2012-07-13-Politica-Nacional-De-Extensao.Pdf

 

GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de Eventos: teoria e prática. São Paulo: Cengage Learning, 2003. 253 p.

 

NASCIMENTO JML & CURI RC. Índice de Responsabilidade social da Universidade – uma metodologia de avaliação institucional. Responsabilidade Social, n7. P. 47-56, 2015.

 

SISTEMA DE DADOS E INFORMAÇÕES: BASE OPERACIONAL DE ACORDO COM O PLANO NACIONAL DE EXTENSÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das universidades Públicas Brasileiras. Rio de Janeiro: NAPE, UERJ, 2001. 84p. V.2

 

VALLAEYS, François. O que significa responsabilidade social universitária? Revista Estudos da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior, Brasília: Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior, ano 24, n 36, p. 27-34, jun 2006.

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